Voltar às frentes de atuaçãoFrente 02 · Defesa do executado

Execuções bancárias e contratos financeiros

Análise de cobranças bancárias, cédulas de crédito, garantias, encargos, evolução da dívida e medidas executivas contra empresas e sócios.

Atendimento online para empresas e sócios de todo o Brasil. Cobranças bancárias costumam envolver contratos complexos, garantias pessoais, avalistas, cédulas de crédito bancário, renegociações, juros, encargos e planilhas que nem sempre refletem com clareza a evolução real da dívida. Nesses casos, a defesa exige a análise conjunta do contrato, da cobrança, dos cálculos, das garantias e da execução judicial. Muitas vezes, o ponto central não está apenas em discutir se existe dívida, mas em verificar como ela foi formada, atualizada e cobrada. A PPA Advogados atua na defesa de empresas, sócios e garantidores em execuções bancárias e demandas financeiras, examinando a regularidade do título, a validade das garantias, a composição do saldo devedor, a incidência de encargos e a existência de eventual excesso de execução. Também avaliamos o impacto das medidas judiciais sobre o caixa, o patrimônio e a continuidade da atividade empresarial, especialmente quando há bloqueios, penhoras, risco de leilão ou constrição de bens essenciais.
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Em uma cobrança bancária, contrato, cálculo e garantia precisam ser analisados em conjunto.

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

O banco entrou com execução contra minha empresa. O que acontece agora?

Na execução, o banco cobra a dívida com base em um título, como cédula de crédito bancário ou contrato assinado por duas testemunhas. A empresa é citada para pagar em 3 dias, e o juiz pode determinar bloqueio de contas e penhora de bens. Também corre o prazo de 15 dias para os embargos à execução, contado em regra da juntada do comprovante de citação.

Quais defesas existem contra a cobrança do banco?

As mais comuns envolvem o valor cobrado (juros, encargos, capitalização e cálculos), os requisitos do título, a prescrição e a situação dos avalistas e garantidores. Cada caso depende do contrato, dos extratos e da evolução da dívida, por isso a análise começa pelos documentos.

Sou avalista ou fiador da dívida da empresa. Posso ser cobrado pessoalmente?

Sim. Quem assina como avalista, fiador ou devedor solidário pode ser incluído na execução e ter bens pessoais atingidos. Ainda assim, há pontos de defesa próprios, como a validade da garantia, o excesso do valor cobrado e a proteção de bens impenhoráveis.

Preciso garantir o valor da dívida para me defender?

Na execução cível, os embargos à execução não dependem de penhora, depósito ou caução (art. 914 do CPC). Já a suspensão da execução normalmente exige garantia, por isso defesa e negociação costumam ser planejadas em conjunto.

Dá para negociar com o banco com o processo em andamento?

Sim. A negociação pode acontecer a qualquer momento, e uma defesa bem fundamentada pode influenciar as condições oferecidas. O acordo precisa ser lido com cuidado, porque pode incluir confissão de dívida, novas garantias e renúncia a discussões.

Como a PPA Advogados atua em execuções bancárias?

A PPA Advogados (Poli, Porto & Andreghetto Advogados) analisa o contrato, a evolução da dívida e o risco ao patrimônio da empresa e dos sócios antes de definir a defesa ou a negociação. O atendimento é online, para empresas de todo o Brasil.